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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Bem da Água


Senhora, tomo sua bênção...
Senhora, faço votos que os humanos, devotos ou não, cessem de lançar plástico ao Mar, aos rios, às lagoas, lagos, riachos, cachoeiras e açudes; que neste país de costa tão extensa e bela, nenhum pedaço de lixo plástico mais seja lançado à água.
Faço votos que nenhum ser marinho, lacustre ou fluvial; que nenhum ser que viva na água, seja nas profundezas ou na superfície, seja feroz ou manso, seja lento ou veloz, que nade, voe ou caminhe na areia e nas pedras, que nenhum ser seja obrigado a comer um pedaço de plástico com a ilusão de estar  se alimentando.
Faço o voto, Senhora, a partir de hoje, de não lançar plástico ao Mar, pelo Bem da Água e da Vida.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Barco de Papel

Confira, no Blog da Joanne B.Kaar, a minha participação na sua proposta paper boats. Este barco navegou para a Escócia. Na mesma página está o barco da amiga Daisy Maciel, que me comunicou o convite.


http://joannebkaarpaperboats.blogspot.com/search/label/Brazil


115 - Brazil - Barbara Benz

My boat's travel.
Hello Joanne, My boat is made from an ordinary print paper, with the image of ship containers from internet news, and some stamps. A little joke between light paper boat and heavy cargo ship, traveling from Brazil to UK.
I have a blog, I am a beginner. I post my impressions about the piece of world around me, sometimes what I see, I feel, I think; my arts also. Sorry it is only in Portuguese!Porto Alegre, Rio Grande du Sul, Brazil. http://www.barbarabenz.blogspot.com/


Conto no texto acima sobre meu barco, feito de papel comum de impressora, com a imagem de containers - fazendo a relação: barco leve de papel/navio cargueiro pesado. A imagem foi tirada de um noticiário na Internet.

Sim, a semelhança não é coincidência.

terça-feira, 12 de maio de 2009

tentando vídeo

ah, o que sei
do que me passa por dentro
é fluido e passageiro

o que pulsa em meu coração
no vai e vem das águas
a lavar
a levar

sobras
do que me passa por dentro

o que sei dos abismos, vãos e correntezas
dos gozos esquecidos
que transpassam
que transbordam
o peito e o ventre
só sei do amor que tenho
que pulsa em meu coração
líquido
imenso
encontro do céu com o mar